Os factos ocorreram em julho de 2024, quando o agressor e a vítima, com afinidade familiar, coabitavam.
A investigação teve origem numa comunicação da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ). À data dos factos, a criança revelou o sucedido no seio familiar, mas não houve denúncia formal. A mãe acabou por desenvolver uma depressão em consequência do crime, vindo o caso a ser revelado mais tarde em contexto de acompanhamento psicológico.
Em março de 2025, o crime foi comunicado à PJ pela CPCJ, uma vez que o agregado familiar se encontrava sinalizado, estando o autor em parte incerta.
As diligências da Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo permitiram reunir prova que indiciava fortemente o arguido, que acabou por ser localizado e detido em cumprimento de mandado judicial.
O jovem será presente a primeiro interrogatório judicial para aplicação de medidas de coação.