Notícias

2026-08-30

Montenegro destaca ´níveis de emprego altíssimos”

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, destacou este domingo, em Castelo de Vide, o desempenho da economia portuguesa, apontando para “níveis de emprego altíssimos” e para o crescimento dos salários reais.

No encerramento da Universidade de Verão do PSD, no norte do Alentejo, Montenegro afirmou que o país está a atravessar um período de crescimento económico superior ao registado na União Europeia e na zona euro.

“Estamos a crescer mais do que a União Europeia, do que a zona euro.”

O primeiro-ministro acrescentou que os resultados económicos do Governo se têm traduzido em efeitos concretos na vida dos portugueses, nomeadamente através do emprego e dos rendimentos.

“Temos tido sucessos que se transformam em realidades concretas, em níveis de emprego são altíssimos. Temos tido crescimento dos salários reais.”

Montenegro apontou ainda a valorização de várias carreiras profissionais, “em particular na administração pública”, e destacou o desempenho das contas públicas, que, segundo afirmou, tem permitido reduzir o custo do financiamento e aumentar a capacidade de investimento do Estado, dos serviços públicos e da economia.

O primeiro-ministro referiu também a redução da dívida pública e dos níveis de pobreza, sublinhando que estes resultados, apesar de positivos, não devem levar o Governo a ficar satisfeito.

“Mas tudo isto não nos deixa satisfeitos. É importante, mas nós queremos mais.”

Para Montenegro, o objetivo passa por garantir que Portugal consegue aproveitar melhor o seu potencial e que o crescimento económico se traduz numa melhoria das oportunidades para todos.

“Nós queremos um país que não desperdice o seu potencial”, afirmou, defendendo que o sucesso individual de cada português é determinante para construir “um país muito mais rico, muito mais próspero e muito mais justo”.

A educação acabou por assumir uma parte central do discurso do primeiro-ministro, que a apontou como um dos principais instrumentos para combater desigualdades e permitir que a origem social ou a condição económica das famílias não determinem o futuro de cada pessoa.

 
 

Artigos Relacionados

« Voltar