Em comunicado, o Ministério da Defesa rejeita as suspeitas levantadas sobre o negócio e garante que “nenhuma empresa portuguesa participou alguma vez” no processo de aquisição entre Portugal e Itália.
A polémica surgiu depois de notícias sobre o afastamento de uma empresa portuguesa que, durante vários anos, teria representado a Fincantieri e que poderia estar associada a uma comissão de cerca de 90 milhões de euros.
André Ventura e Pedro Frazão questionaram publicamente o processo e defenderam esclarecimentos sobre a existência de eventuais intermediários e comissões no negócio.
O Governo anunciou no final de julho a aquisição de três fragatas FREMM EVO, num investimento de cerca de 3,9 mil milhões de euros. Os navios deverão ser construídos em Itália e entregues à Marinha portuguesa entre 2029 e 2030.
O Ministério da Defesa considera que as declarações e informações divulgadas ultrapassaram os limites do combate político e atingiram o bom nome das pessoas e instituições envolvidas.