Num comunicado divulgado esta terça-feira, a associação afirma ter recebido diversos relatos sobre as condições das instalações, incluindo a existência de baratas e problemas no alojamento dos formandos.
Segundo a APG/GNR, os mais de 400 formandos chegam a pernoitar em quartos com 20 pessoas, em beliches e sem climatização, condições que considera “absolutamente indignas”.
A associação considera que a situação constitui um problema grave, podendo mesmo configurar um caso de saúde pública, e critica a ausência de soluções alternativas de alojamento.
A APG/GNR lembra que a necessidade de deslocalizar o Centro de Formação de Portalegre devido à falta de condições “é uma realidade com décadas”.
Perante a situação, a associação exige ao Governo a adoção de medidas urgentes que permitam retomar o curso rapidamente e garantir condições adequadas de alojamento, saúde e dignidade aos futuros guardas.
A APG/GNR considera ainda que este caso “ilustra da pior forma” a falta de atratividade que a carreira da GNR poderá vir a ter.